José sabe que o pai está doente. Leva Manassés e Efraim. Jacó se esforça, senta na cama. Recapitula brevemente a promessa de Betel e o encontro com Deus. Adota os dois netos como filhos próprios — Efraim e Manassés serão como Rúben e Simeão. Pergunta quem são os meninos (a vista está fraca). José os apresenta. Jacó abraça e beija. José os organiza para a bênção: Manassés (o mais velho) à direita do avô; Efraim (o mais novo) à esquerda. Jacó cruza as mãos — direita sobre Efraim, esquerda sobre Manassés. José tenta corrigir: 'não assim, meu pai; este é o primogênito; põe tua mão direita sobre a cabeça dele'. Jacó: 'eu sei, meu filho, eu sei; também ele será grande povo, mas o seu irmão menor será maior do que ele'. Abençoa em fórmula longa: 'o Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou toda a minha vida até este dia, o Anjo que me livrou de todo o mal abençoe estes mancebos; e seja chamado neles o meu nome, e o nome de meus pais Abraão e Isaque, e multipliquem-se em multidão'. Confere a José porção a mais — Siquém — sobre seus irmãos.