José apresenta cinco dos irmãos a Faraó, depois leva Jacó. O encontro entre o velho patriarca e o monarca é breve e teologicamente carregado: Jacó abençoa Faraó duas vezes — gesto incomum, pois o inferior costuma ser abençoado pelo superior. Faraó pergunta a idade. Jacó: 'os dias dos anos das minhas peregrinações são cento e trinta; poucos e maus foram os dias da minha vida; e não alcançaram os dias dos anos da vida dos meus pais nos dias das suas peregrinações'. Faraó dá-lhes Gósen, a melhor terra. José sustenta a família com pão. Segunda parte do capítulo: a fome continua. José administra a crise. Os egípcios trocam dinheiro, depois gado, depois terras e a si mesmos por trigo. José institui imposto de 20% sobre toda a produção egípcia, salvo a dos sacerdotes. Texto registra sem julgar — administra-se a sobrevivência ao custo de transformar pessoas livres em servos do estado. Jacó vive dezessete anos no Egito. Pede a José: 'não me sepultes no Egito'. José jura cumprir.