A fome continua severa. O trigo trazido do Egito termina. Jacó instrui novamente: 'voltem, comprem mantimento'. Judá responde: 'o homem foi categórico, não nos verá a face sem o nosso irmão menor'. Jacó lamenta: 'por que me fizestes este mal, dizendo ao homem que tínheis outro irmão?'. Eles explicam: ele perguntou diretamente sobre nossa parentela. Judá assume responsabilidade pessoal por Benjamim: 'fica-lhe-ei por fiador; da minha mão o requererás'. Jacó cede com pesar: 'se há de ser assim, fazei isto; tomai do que houver de melhor desta terra... e tomai dinheiro em dobro... também tomai o vosso irmão... e parta. E Deus Todo-Poderoso vos dê misericórdia diante do homem... se eu for desfilhado, desfilhado serei'. Descem com Benjamim. José os vê com Benjamim. Manda preparar banquete em sua casa. Os irmãos se aterrorizam — pensam que será punição pelo dinheiro do primeiro encontro. Explicam-se ao mordomo, que os tranquiliza: 'paz seja convosco; vosso Deus colocou no vosso saco; o vosso dinheiro chegou-me'. Simeão é restaurado. Banquete. José vê Benjamim, comove-se profundamente, retira-se para chorar em outra sala. Volta composto. Sentam-se em ordem da idade, o que assusta os irmãos. Servidos. Benjamim recebe porção cinco vezes maior. Comem e bebem livremente.