A fome atinge Canaã. Jacó instrui os filhos: 'descei ao Egito e comprai mantimento'. Os dez irmãos partem; Benjamim, único filho de Raquel restante, fica em casa por proteção. Chegam ao Egito. Apresentam-se diante de José, sem reconhecê-lo (passaram vinte anos, ele tem nome egípcio, fala por intérprete). José os reconhece imediatamente. Lembra-se dos sonhos da juventude — exatamente o que eles vinham fazer, prostrar-se diante dele. Trata-os como estrangeiros, fala com aspereza, acusa-os de espiões. Eles se defendem mencionando o pai e o irmão mais novo. José exige: tragam o irmão mais novo como prova. Encarcera-os por três dias. Depois propõe: um fica detido, os outros voltam com mantimento; voltarão com o caçula. Os irmãos, sem saber que José entende hebraico, falam entre si: 'somos culpados quanto a nosso irmão; vimos a angústia da sua alma quando ele suplicava, e não o ouvimos; por isso esta angústia veio sobre nós'. Rúben acrescenta: 'eu vos disse, não pequeis contra o menino, mas vós não escutastes'. José se vira, chora, volta com semblante composto. Detém Simeão. Manda que cada saco seja enchido de trigo e que o dinheiro seja devolvido escondido nos sacos. Voltam. Encontram o dinheiro. Tremor. Contam tudo a Jacó. Jacó: 'tirastes-me os filhos; José não existe, Simeão não existe, e levareis Benjamim? Tudo isto vem sobre mim'. Recusa enviar Benjamim. Rúben oferece os próprios filhos como garantia. Jacó: 'meu filho não descerá convosco'.