Há fome na terra. Isaque pensa em descer ao Egito, como Abraão. Deus o impede: 'fica nesta terra; serei contigo e te abençoarei'. Reaffirma-lhe a aliança feita ao pai. Isaque permanece em Gerar. Repete o estratagema paterno: apresenta Rebeca como irmã. Abimeleque (mesmo nome de Gn 20 — provavelmente título dinástico) descobre por acaso, ao ver Isaque acariciando Rebeca, e confronta. Repete também a queixa que seu antecessor fez a Abraão. Isaque permanece, prospera enormemente: planta e colhe cento por um. Riqueza tão grande que os filisteus o invejam, tampam os poços que Abraão havia cavado. Abimeleque pede que Isaque parta. Isaque cava de novo os poços do pai, dá-lhes os mesmos nomes. Cava novos poços, enfrenta disputas, dá-lhes nomes que registram os conflitos. Por fim, encontra paz num poço chamado Reobote, 'espaço amplo'. Vai para Berseba; aliança com Abimeleque é renovada. O capítulo encerra com Esaú, aos quarenta anos, casando com duas mulheres heteias — amargura para Isaque e Rebeca.