Abraão toma outra mulher, Quetura, e gera mais filhos. Distribui presentes a estes e os envia para o oriente, deixando toda a herança para Isaque. Morre aos cento e setenta e cinco anos, 'velho e cheio de dias'. Isaque e Ismael juntos o sepultam em Macpela, com Sara. O texto registra a genealogia de Ismael — doze filhos, doze príncipes — cumprindo a promessa feita a Agar. Ismael morre aos cento e trinta e sete. A narrativa volta-se para Isaque. Rebeca é estéril por vinte anos. Isaque ora; ela concebe gêmeos. Os meninos brigam no ventre. Rebeca consulta a YHWH: 'duas nações há no teu ventre, o mais velho servirá ao mais novo'. Nascem Esaú (vermelho, peludo) e Jacó (segura o calcanhar do irmão). Crescem distintos: Esaú caçador, homem do campo; Jacó tranquilo, vivendo em tendas. Isaque ama Esaú; Rebeca ama Jacó. Cena final: Esaú volta cansado da caça, pede o cozido de lentilhas vermelhas. Jacó pede em troca a primogenitura. Esaú jura, come, levanta, vai. 'Assim Esaú desprezou a primogenitura.'