Isaque envelhece, os olhos enfraquecem. Chama Esaú para preparar caça e receber a bênção patriarcal. Rebeca escuta, mobiliza Jacó: vai trazer dois cabritos, eu prepararei prato; tu o levarás ao pai e receberás a bênção. Jacó hesita — 'meu irmão é peludo, eu sou liso; se meu pai me apalpar, serei tido por enganador'. Rebeca assume a maldição. Veste Jacó com a roupa de Esaú, cobre-lhe pescoço e mãos com pele de cabrito. Jacó entra: 'meu pai'. Isaque: 'quem és tu, meu filho?' Jacó mente diretamente: 'sou Esaú, teu primogênito'. Isaque desconfia ('a voz é de Jacó'), apalpa, sente as peles, é convencido. Come, bebe, abençoa. Jacó sai. Esaú chega da caça. Isaque estremece com violência. Esaú clama: 'abençoa-me também a mim, meu pai!'. A bênção dada não pode ser retirada. Recebe oráculo subordinado. Esaú odeia Jacó, planeja matá-lo após o luto pelo pai. Rebeca avisa Jacó: foge para Padã-Arã, fica com meu irmão Labão até a ira do teu irmão passar.