Treze anos depois do nascimento de Ismael, Deus reaparece a Abrão, que agora tem noventa e nove anos. A teofania é solene: 'eu sou El Shaddai; anda na minha presença e sê íntegro'. Vem a aliança em sua forma mais elaborada: Abrão recebe novo nome — Abraão, 'pai de multidão'. Sarai vira Sara. A aliança é selada na carne pelo sinal da circuncisão, aplicado a todo varão entre os descendentes e também aos servos. Quando Deus anuncia que Sara terá um filho aos noventa anos, Abraão cai com o rosto em terra e ri — não a fé tranquila do capítulo 15, mas riso de quem não sabe o que fazer com a notícia. Pede então que Ismael viva diante de Deus. Deus reafirma a aliança especificamente com a descendência de Sara, mas promete também bênção a Ismael. No mesmo dia, Abraão circuncida a si, a Ismael e a todos os homens da casa.