Balaão a Balaque: edifica-me aqui sete altares; prepara-me sete novilhos e sete carneiros. Balaque obedece. Oferecem em cada altar novilho e carneiro. Balaão pede que Balaque fique junto ao holocausto enquanto ele vai sozinho — talvez YHWH venha ao seu encontro. Vai. Deus encontra-o. Balaão volta. Primeira profecia: 'Balaque me trouxe... amaldiçoa-me a Jacó... como amaldiçoarei eu o que Deus não amaldiçoou? Como detestarei a quem YHWH não detesta? Habitará só, e entre as nações não será contado. Quem contará o pó de Jacó, ou o número da quarta parte de Israel? Que minha alma morra a morte dos justos, e meu fim seja como o seu'. Balaque: 'que é isto que me fizeste? Para amaldiçoar trouxe-te, mas eis que abençoaste'. Balaão: 'porventura não terei o cuidado de falar o que YHWH pôs em minha boca?'. Tentam de novo em outro lugar. Sete altares, sacrifícios. Segunda profecia: 'Deus não é homem, para que minta, nem filho do homem, para que se arrependa... eis que recebi mandato para abençoar; ele tem abençoado, e não posso revogar'. 'Não viu iniquidade em Jacó, nem contemplou perversidade em Israel; YHWH seu Deus é com ele.' 'Como leão se levantará.' Balaque: 'nem o amaldiçoes, nem o abençoes'. Balaão: 'não te disse que tudo o que YHWH falar isso farei?'. Tentam terceira vez.