'E Deus se lembrou de Noé.' A frase abre o capítulo e muda o vetor da narrativa: as águas começam a baixar. Deus faz passar um vento sobre a terra — vento que ecoa o ruach de Gn 1,2. As fontes do abismo e as comportas dos céus se fecham. Devagar, as águas recuam. A arca repousa sobre os montes de Ararate. Noé envia um corvo, depois pombas — a primeira pomba volta sem nada, a segunda volta com folha de oliveira, a terceira não volta mais. Noé sai com a família e os animais. Edifica um altar — primeiro altar nomeado nas Escrituras — e oferece sacrifícios. Deus aspira o aroma agradável e promete consigo mesmo: nunca mais amaldiçoará a terra por causa do humano, embora 'a inclinação do coração humano seja má desde a juventude'. A regularidade das estações é prometida como sustento do mundo.