Jacó morto, José cai sobre o pai, chora, beija. Manda embalsamar — quarenta dias de embalsamamento, setenta dias de luto no Egito. Pede a Faraó autorização para subir e sepultar o pai em Canaã. Sobe com cortejo imenso — carros, cavaleiros, todos os filhos. Pranteiam sete dias além do Jordão. Os cananeus locais nomeiam o lugar Abel-Mizraim ('luto do Egito'). Sepultam Jacó em Macpela, com Abraão, Sara, Isaque, Rebeca, Lia. Voltam ao Egito. Os irmãos temem: 'talvez nos aborreça José, e nos retribua todo o mal que lhe fizemos'. Mandam mensagem ao irmão: 'teu pai ordenou que perdoasses a transgressão dos teus irmãos'. José chora ao ouvir. Os irmãos vão pessoalmente, prostram-se: 'somos teus servos'. José: 'não temais; estou eu no lugar de Deus? Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer como vedes neste dia, para conservar muita gente em vida'. José vive cento e dez anos. Vê os filhos de Efraim na terceira geração. Antes de morrer, faz os irmãos jurarem: 'Deus certamente vos visitará, e fareis transportar os meus ossos daqui'. Embalsamado, posto em caixão no Egito. Última palavra do livro: 'no Egito'.