Na prisão, José encontra dois oficiais do faraó: o chefe dos copeiros e o chefe dos padeiros, encarcerados por ofensa não detalhada. Servem-no e passam tempo. Uma manhã, José os vê tristes: 'por que estão semblantes hoje?'. Cada um teve um sonho na noite anterior, e não há quem os interprete. José: 'as interpretações não pertencem a Deus? Contai-me, peço'. O copeiro sonha com três varas de vide que florescem, brotam uvas, ele as espreme no copo de Faraó. José interpreta: três dias, e serás restaurado ao teu cargo. Pede: lembra-te de mim diante de Faraó. O padeiro sonha com três cestos de pães sobre a cabeça, e aves comem deles. José interpreta: três dias, e Faraó te degolará e pendurará num madeiro. Ao terceiro dia — aniversário de Faraó — exatamente como interpretado: o copeiro é restaurado, o padeiro é executado. Capítulo termina: 'mas o copeiro-chefe não se lembrou de José; antes, esqueceu-se dele'.