Jacó vê Esaú se aproximando com os quatrocentos homens. Organiza a família em ordem de proteção: as servas e seus filhos primeiro, depois Lia e seus filhos, por último Raquel e José — os mais amados, mais protegidos. Ele mesmo passa adiante e se inclina sete vezes até alcançar o irmão. Esaú corre, abraça, beija, chora. Os dois choram. Esaú pergunta pela família; Jacó apresenta. Esaú: 'que destes acampamentos que encontrei?'. Jacó: 'para achar graça aos olhos do meu senhor'. Esaú: 'tenho muito, meu irmão, fique para ti o que é teu'. Jacó insiste — 'recebe meu presente; vi o teu rosto como quem vê o rosto de Deus, e tu te agradaste de mim'. Esaú cede. Propõe acompanhar Jacó; Jacó escusa-se, alegando que os rebanhos e as crianças não suportam marcha rápida. Promete encontrar Esaú em Seir. Não vai. Toma rumo diverso, para Sucote, e depois para Siquém, onde compra um campo. Erige altar: El Elohe Israel — 'Deus, o Deus de Israel'.