Jacó volta para Canaã depois de vinte anos. Encontro com anjos no caminho — chama o lugar de Maanaim ('dois acampamentos'). Sabe que Esaú vem ao encontro com quatrocentos homens. Apavora-se. Divide gente e bens em dois grupos, calculando: se um for atacado, o outro escapa. Reza uma das orações mais notáveis da Bíblia: 'sou indigno de todas as misericórdias e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo'. Envia presentes em escalonamento — manadas espaçadas para amaciar o irmão. À noite, atravessa sozinho o vau do Jaboque. Um homem luta com ele até o raiar do dia. Não consegue vencê-lo; toca-lhe a articulação da coxa, que desloca. 'Deixa-me ir, pois já vem o dia.' Jacó: 'não te deixarei ir senão me abençoares'. O homem pergunta o nome. Jacó responde — diferente de Gn 27, agora diz o nome verdadeiro. Recebe novo nome: Israel — 'aquele que luta com Deus' ou 'Deus luta'. Pergunta o nome do outro; não recebe. É abençoado. Chama o lugar de Peniel — 'face de Deus'. Coxeia. O sol nasce sobre ele. Israel passa coxeando para a vida adulta da promessa.