Continua a casuística da expiação. Casos específicos: quem ouviu a voz da maldição (do juramento) e era testemunha, e não denuncia, é culpado. Quem toca em cadáver de animal impuro inadvertidamente é culpado quando percebe. Quem jura levianamente é culpado. Em cada caso, confissão e oferta: cordeira ou cabrita. Se não puder pagar, duas rolas ou pombinhos — uma como oferta pelo pecado, outra como holocausto. Se nem isso puder, décima parte de um efa de flor de farinha — sem azeite nem incenso (não é minchah festiva). Princípio: a pobreza não impede a expiação; o sistema acomoda. Segunda parte do capítulo: oferta pela culpa (asham). Quem cometeu prevaricação contra coisas sagradas inadvertidamente: carneiro sem mancha, mais a restituição da coisa danificada acrescida de um quinto. A culpa material é restituída além da oferta. Quem pecou em qualquer dos mandamentos sem saber, depois sabe: carneiro como asham. Princípio teológico: reparação material precede a expiação cúltica em alguns casos.