Deus instrui Jacó: 'levanta-te, sobe a Betel, e habita ali; faze um altar ao Deus que te apareceu quando fugias de Esaú'. Jacó ordena que sua casa elimine deuses estranhos, se purifique, mude de vestes. Enterra os ídolos debaixo do carvalho em Siquém. Sobe a Betel. Edifica altar — El-Betel ('Deus de Betel'). Débora, ama de Rebeca, morre e é sepultada ali; o lugar é chamado Alon-Bacute ('carvalho do pranto'). Deus aparece de novo a Jacó, confirma o novo nome (Israel) e reitera a aliança. No caminho de Betel a Efrata, Raquel entra em trabalho de parto difícil. Morre dando à luz Benjamim — ela queria chamá-lo Benoni ('filho da minha dor'); Jacó o renomeia Benjamim ('filho da mão direita'). Raquel é sepultada à beira do caminho, perto de Belém. Rúben se deita com Bila, concubina do pai — texto não detalha, registra com peso. Lista os doze filhos. Jacó chega a Hebrom e Isaque morre, aos cento e oitenta anos. Esaú e Jacó o sepultam juntos.