Raquel, estéril, inveja Lia. Diz a Jacó: 'dá-me filhos, senão morro'. Jacó se irrita: 'estou eu no lugar de Deus, que te impede o fruto do ventre?'. Raquel dá sua serva Bila a Jacó; Bila gera Dã e Naftali. Lia, vendo que parou de gerar, dá Zilpa a Jacó; Zilpa gera Gade e Aser. Cena estranha das mandrágoras: Rúben traz mandrágoras (planta associada à fertilidade) para Lia; Raquel pede; Lia negocia: deixarei Jacó dormir contigo esta noite. Lia concebe Issacar e depois Zebulom. Por fim, 'Deus se lembra de Raquel' — concebe José. Jacó decide voltar para sua terra. Labão pede que fique; Jacó propõe acordo: ficar com os animais salpicados e malhados, deixando os outros com Labão. Labão concorda mas tenta manipular a partilha. Jacó usa estratagema com varas descascadas junto ao bebedouro (que o texto descreve em detalhe ritual). Os rebanhos fortes saem salpicados. Jacó enriquece extraordinariamente.