Sara concebe. Aos cem anos de Abraão e noventa de Sara, nasce o filho. Recebe o nome de Isaque — 'ele ri'. Sara diz: 'Deus me fez rir; todo aquele que ouvir, rirá comigo'. O riso de descrédito de Gn 18 vira riso de júbilo. Mas a cena de bênção logo se complica. No dia em que Isaque é desmamado, Sara vê Ismael 'rindo' (mesmo verbo, com ironia narrativa) e exige a expulsão de Agar e do menino. Abraão fica perturbado. Deus o tranquiliza: 'em Isaque será chamada a tua descendência, mas também do filho da serva farei uma nação, porque é teu descendente'. Abraão envia Agar e Ismael ao deserto com pão e água. A água acaba. Agar deixa o menino sob um arbusto e se afasta para não vê-lo morrer. Deus ouve o pranto do menino, abre os olhos de Agar para um poço. O capítulo termina com Abraão fazendo aliança com Abimeleque em Berseba — vínculo político em torno de poços.