Segunda praga: rãs. Cobrem a terra, entram nas casas, nas camas, nos fornos, nas amassadeiras. Magos egípcios também produzem rãs — mas não conseguem fazê-las cessar. Faraó chama Moisés: 'rogai a YHWH que tire as rãs de mim e do meu povo, e deixarei ir o povo'. Moisés concede a Faraó o poder de marcar o tempo da cessação: 'quando?'. Faraó: 'amanhã'. Cessam. Faraó endurece, não deixa ir. Terceira praga: piolhos (kinnim, termo de tradução incerta — pode ser piolhos, mosquitos, pó animado). Aarão estende o cajado, ferindo o pó da terra. Magos tentam imitar, mas falham: 'isto é dedo de Deus'. Faraó endurece. Quarta praga: moscas (arov — termo também ambíguo; pode ser enxames diversos). Mas YHWH separa: na terra de Gósen, onde habita Israel, não há moscas. Distinção visível entre Egito e povo. Faraó chama Moisés: 'ide, sacrificai ao vosso Deus nesta terra'. Moisés recusa: não pode sacrificar animais que egípcios consideram sagrados sob seus olhos. Faraó concede ida ao deserto, mas 'não vos afastareis muito'. Moisés ora; YHWH retira as moscas. Faraó endurece de novo.