Deus responde à queixa: 'agora verás o que farei a Faraó; com mão forte, ele os deixará ir; com mão forte, os expulsará da sua terra'. Reafirma identidade: 'eu sou YHWH; apareci a Abraão, Isaque e Jacó como El-Shaddai, mas pelo meu nome YHWH não fui conhecido por eles'. Declara cinco verbos centrais da libertação: 'vos tirarei (yatsa) de debaixo das cargas dos egípcios, vos livrarei (natsal) da sua servidão, vos redimirei (gaal) com braço estendido, e vos tomarei (laqach) por meu povo, serei o vosso Deus'. Acrescenta sexto: 'vos farei entrar (bo) na terra'. Moisés transmite ao povo. O povo, 'por causa da angústia do espírito e por causa da dura servidão, não o ouviu'. Deus instrui Moisés: vá a Faraó. Moisés objeta de novo: 'os filhos de Israel não me ouviram; como me ouvirá Faraó, eu que sou incircunciso de lábios?'. Capítulo interrompe-se para inserir genealogia: filhos de Rúben, Simeão, Levi. Por que Levi? Para localizar Moisés e Aarão dentro da linhagem sacerdotal. Aarão casa com Eliseba; nascem Nadabe, Abiú, Eleazar, Itamar — futuro do sacerdócio. Volta à narrativa: Moisés diz, Aarão diz.