Moisés continua resistindo: 'eis que não me crerão'. Deus dá três sinais. Primeiro: o cajado se torna serpente; Moisés foge; Deus instrui pegar pela cauda — volta a ser cajado. Segundo: pôr a mão no peito — sai leprosa; pôr de novo — volta sã. Terceiro, antecipado: água do Nilo derramada na terra vira sangue. Moisés ainda hesita: 'nunca fui homem eloquente; sou tardo no falar e na língua'. Deus se ira: 'quem fez a boca do homem?... Eu serei contigo na tua boca, e te ensinarei o que hás de falar'. Moisés implora: 'envia, peço, pela mão daquele que hás de enviar' — pedindo qualquer outro. Deus oferece concessão: Aarão, irmão, será a boca. Vai. Moisés volta a Jetro, parte para o Egito com Zípora e os filhos. Cena perturbadora a meio caminho: 'YHWH o encontrou na hospedaria, e procurou matá-lo'. Zípora circuncida o filho com pedra afiada, toca os pés de Moisés (provavelmente um eufemismo), declara: 'noivo de sangue és tu para mim'. YHWH desiste do gesto. Texto enigmático, raramente comentado claramente. Moisés encontra Aarão no monte de Deus. Vão juntos ao Egito. Reúnem os anciãos. Apresentam os sinais. O povo crê, prostra-se, adora.