Bezalel faz o altar do holocausto: madeira de acácia, cinco côvados de comprimento, cinco de largura, três de altura. Chifres nos quatro cantos. Coberto de bronze. Utensílios de bronze — cinzeiros, pás, bacias, garfos, braseiros. Grelha de bronze. Argolas, varais. Faz o lavatório de bronze, e a sua base de bronze, dos espelhos das mulheres que se reuniam à porta da tenda da congregação. Faz o átrio. Lado sul: cortinas de linho fino retorcido, cem côvados. Pilares com bases de bronze, ganchos e contornos de prata. Mesmo no norte. Lado oeste: cinquenta côvados. Lado leste: cinquenta côvados, com entrada — cortina de azul, púrpura, escarlata. Cinco côvados de altura. Cordas para todo o tabernáculo. Estaca. Soma da obra: total de ouro usado — 29 talentos e 730 siclos. Prata — 100 talentos e 1.775 siclos, do recenseamento, meio siclo por cabeça, 603.550 homens. Bronze — 70 talentos e 2.400 siclos. Itamar, filho de Aarão, faz a contabilidade da obra. Capítulo encerra com balanço administrativo detalhado.